Atualmente, o maior potencial de melhoria se encontra na colaboração ao longo da cadeia de suprimentos com um suporte cada vez mais massivo da tecnologia para transformar novos modelos de colaboração em realidade.

Com a expertise dos projetos elaborados e a observação dos movimentos do mercado, a Miebach Consulting, elencou quatro pilares de onde as melhores práticas para a logística devem atuar em uma visão para 2021.

Agilidade

A capacidade de responder rapidamente às mudanças de oferta e demanda é tido como um enorme diferencial competitivo. Uma ferramenta importante e difundida para o ganho de agilidade é a filosofia Lean, que proporciona redução do tempo de atravessamento do pedido, leva a redução da visão tradicional de manutenção de estoques e consequentemente aumenta a velocidade de fluxo de caixa.

Agilidade também é obtida com a automatização de processos. Como exemplo, o processo de armazenamento e picking automáticos permitem processar pedidos e disponibilizá-los para entrega em um tempo muito mais curto, ampliando o tempo disponível para entregas.

Além disso, a implementação adequada da automatização tem potencial de redução nos custos gerais da operação, desde a redução da mão-de-obra necessária, até a redução em custos na estrutura, físicas e administrativas, de reprocessamento de pedidos.

Colaboração na Cadeia de Suprimentos

A colaboração na cadeia de suprimentos já se mostrou muito vantajosa quando todos os players estão alinhados no objetivo comum com redução de estoques e custos logísticos. A utilização de VMI, onde o controle do estoque é realizado de forma automática, baseado na demanda real e controlado pelo fornecedor, pode reduzir os custos logísticos na ordem de 20% segundo exemplos apresentados no recente Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia na Argentina, e ao mesmo tempo aumentar o nível de atendimento, uma vez que a visibilidade da demanda e a resposta em termos materiais são mais rápidas.

Outra forma de colaboração é o de compartilhamento de transportes, tanto para complemento do volume de caminhão como para complemento do veículo para os trechos de retorno. Economias em transporte compartilhado podem variar na faixa de 7 a 25% do custo de transporte de entrega segundo o Benchmarking Miebach. No Brasil, esse movimento tem crescido liderado por operadores logísticos do setor automotivo que além do compartilhamento dos espaços de armazenagem, também tem buscado promover o compartilhamento de fretes dos fabricantes de autopeças e montadoras.

Complexidade

A busca por inovação e atendimento de novos mercados, faz com que mais produtos sejam lançados em plataformas diferentes em busca de nichos de venda e com ciclos de vida cada vez mais curtos.

Outro desafio que surge com isso é a administração da diversidade desses canais e suas respectivas particularidades. Uma forma de gestão é o conceito de logística omnichannel, que visa justamente atingir os diversos públicos online e off-line e suprir suas diversas necessidades de compra de forma integrada. Redes varejistas nacionais tem adotado este sistema onde é possível, por exemplo, comprar na loja física e receber a mercadoria em casa, ou comprar via internet e retirar na loja, dentre as diversas possibilidades.

O canal via internet, de e-commerce, por sua vez também criou necessidades inexistentes anteriormente, como exemplo, a gestão da devolução de pedidos desse tipo de canal, uma vez que a taxa de devolução neste canal chega a 30% contra quase 9% de devolução em lojas físicas, segundo levantamento da Invesp, empresa especializada em conversão de vendas online. Atualmente a devolução via correios é bastante comum. Porém, nos EUA e Japão, é crescente verificar empresas atuando com centros de coleta compartilhados, reforçando novamente a ideia de colaboração.

Outra mudança em curso na logística proporcionada pelo e-commerce é do perfil de pedidos. Um estudo conduzido pela ARC Advisory Group, uma empresa especializada em pesquisas industriais mostra que nos EUA, a maioria dos varejistas e atacadistas espera aumento do picking unitário, e mesmo os fabricantes esperam aumento do picking de caixas em lugar de pallets. Isso mostra como toda a cadeia passa a atender pedidos com maior variabilidade de SKUs e ao mesmo tempo baixos volumes de cada SKU.

Redes Sociais

As redes sociais estão promovendo uma nova revolução na forma de comunicação, pois podem fornecer maior comprometimento e Empowerment: dando voz às pessoas envolvidas; acelerando o aprendizado, a melhoria, a comunicação, e inovação; e dando suporte ao ensino à distância.

Do ponto de vista dos produtos, daria voz aos produtos e ao consumidor: fornecendo informação em tempo real, captando tendências da necessidade do consumidor; auxilia no desenho de novos produtos; e permite a rastreabilidade RFID, em tempo real com os processos.

Quando se trata dos elos da cadeia, enriquece a forma de colaborar: a melhoria da visibilidade; a mitigação de riscos; e agilidade.

Artigo escrito por Eric Eiji Kawamoto
Fonte: Revista Mundo Logística n°60 | Setembro e Outubro de 2017

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